Folhas de Oxalá
No Candomblé, cada orixá é associado a uma ou mais folhas sagradas. Para Oxalá, as folhas mais comuns são a folha de mamona (ou mamoneira), a folha de algodão, a folha da fortuna, a folha da goiabeira, a folha da erva-cidreira e a folha da macaúba. Cada folha possui um significado e uma finalidade específica nos rituais e oferendas.
As folhas de Oxalá são consideradas sagradas e devem ser manuseadas com respeito e cuidado. Elas são colhidas em determinados dias e horários, de acordo com a tradição de cada casa de Candomblé. Além disso, é importante que sejam lavadas com água e sal antes de serem utilizadas.
Em resumo, as folhas do orixá Oxalá são um elemento importante nas práticas religiosas do Candomblé, e são usadas como forma de conectar os praticantes com o sagrado e de honrar esse importante orixá.
As Finalidades das Folhas de Oxalá.
Folha de Mamona (ou Mamoneira): é utilizada em oferendas para Oxalá, para trazer paz, tranquilidade e equilíbrio.
Folha de Algodão: representa a pureza e a renovação, e é utilizada em rituais de purificação e renovação espiritual.
Folha da Fortuna: é utilizada em oferendas para Oxalá, para atrair prosperidade e sorte.
Folha da Goiabeira: representa a fertilidade e a abundância, e é utilizada em rituais para pedir bênçãos e abundância.
Folha da Erva-cidreira: é utilizada em oferendas para Oxalá, para trazer calma, paz e harmonia.
Folha da Macaúba: é utilizada em rituais para pedir saúde e proteção.
Cada folha possui um significado específico e é utilizada de acordo com a tradição de cada casa de Candomblé. É importante ressaltar que essas folhas são manuseadas com muito respeito e cuidado pelos praticantes da religião.
Além dos cuidados mencionados, todas folhas têm de ter seus encantamentos, são cânticos/rezas específicas para cada folha. Toda folha tem sua energia que, para serem corretamente liberadas, têm de ser colhidas em horários próprios, por exemplo, qualquer folha colhida de 11:00 h às 15:00 h, tendem a liberar a IWIN (energia) ruim que nela contiver.
Créditos: Sérgio de Ajunsun1

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