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Galinha de Angola

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  A galinha de Angola, chamada Etun ou Konkém no Candomblé é o maior símbolo de individualização e representa a própria iniciação. A Etun é adoxu (adosú), ou seja, é feita nos mistérios do Orisá. Ela já nasce com Esù, por isso se relaciona com o começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Asésê. Considerada um "bicho feito" na cosmologia do candomblé, a galinha-d'angola é o símbolo focal dos ritos de iniciação, elo de comunicação direta entre os homens e os deuses, ideal de plenitude da vida. Esse itan nos mostra mais sobre sua importância: A Galinha de Angola era uma ave muito feia e por isso, afastava as pessoas de perto de si, mesmo sendo muito rica. Ela vivia abandonada em uma grande floresta em meio a sua riqueza. Cansada de ser desprezada, resolveu consultar o oráculo sagrado no Palácio de Obatalá. Quando lá chegou, o Sacerdote a colocou para fora, dizendo que ela deveria estar usando um Alá branco para entrar na casa do Grande Deus Funfun. ...

XAPANAN, OBALUAIE, OMOLU E NANA BURUKU

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  XAPANAN, OBALUAIE, OMOLU E NANA BURUKU. Obaluaie é a forma mais jovem de Xapanan, sendo Omolu a sua firma maus velha. Obaluaie é abandonado por sua mãe biológica, Nana Buruku, na rebentação do mar para morrer, já que nasce muito doente e cheio de feridas. No entanto, Iemanjá o acolhe em seus braços e dentro de uma grita, dele cuida com pipoca e folhas de bananeira, passando a ser portanto, sua mãe adotiva. No momento da morte de uma pessoa. Nana Buruku vai tirando a sua consciência e memória, enquanto Obaluaie cuida da transferência dessa pessoa para outra dimensão. É a passagem. Obaluaie seria portanto o orixá da doença e da morte. Já Omulu, seria o orixá da cura e da saude. Nana Buruku, é a mais antiga das Iabas, tendo participado da criação do mundo. É, portanto, a orixá da chuva, da água empossada, da lama e do lodo. Xapana, Obaluaie e Omolu, são saudados pelo termo Atoto. Nana Boruku teve outro filho, oxumare, o arco íris, esse lindo. Mas por punição por ter abandonado Obalu...

As Sete Plantas Sagradas

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  AGEN AFRO CURIOSIDADES. "As Sete Plantas Sagradas que Afastam Maus Espíritos da sua casa." Comigo Ninguém Pode - Afasta magia negra. Espada de São Jorge - Na entrada da sua casa ela bate e chicoteia alma das trevas. Lírio da Paz - Deixar no banheiro, se ela murchar é porque tem espíritos la dentro. Manjericão - No quarto e na sala, afasta espiritos tristes e depressivos. Alecrim - Na cozinha em cima da geladeira, afasta espiritos zombeteiros. Guine - No banheiro, afasta Obssesores com ódio das pessoas. Arruda - Na sala e no quarto, afasta pessoas invejosas de sua vida.

Moda de Terreiro!

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  Jornal Extra, versão impressa de hoje, repercutindo o lançamento do catálogo Moda de Terreiro, com esta linda fotografia de Mãe Meninazinha de Oxum, criada por Alex Ferro. #ileomoluoxum #maemeninazinhadeoxum #maenilzadaiansa #modadeterreiro #fundoelas #unfpa #alexferro

Qual é a prova que candomblé não existe na África?

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  Qual é a prova que candomblé não existe na África? Você já viu embusteiros do candomblé que aprende assentar Oxum segundo os africanos e quer discutir qualidades de Oxum no candomblé? Qual é a comida votiva de Oxum no Brasil? Acertou quem lembrou do famoso OMOLOKUN. Você sabia que africanos nem conheciam o FEIJÃO FRADINHO? Bora a análise? É verdade que o feijão fradinho não é nativo da África. No entanto, ele foi trazido pelos europeus e introduzido no continente durante o período colonial, e desde então tem sido cultivado em muitas regiões africanas. O Omolokun é um dos pratos para o Orixá Oxum, Orixá do no Candomblé, e é associado a diversos elementos da natureza, como o mar e a lua. É comum oferecer alimentos aos Orixás, e o feijão fradinho é um dos ingredientes utilizados em algumas dessas oferendas. Embora o feijão fradinho não seja originário da África, ele faz parte da culinária de muitos países africanos atualmente, e pode ser encontrado em diversos pratos tradicionais af...

Acaçá

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  O acaçá dentro da liturgia dos Orixás, é comida essencial que é ofertada de Exú à Oxalá. Seu preparo tradicional era com base no cozimento do milho branco que em seguida era pilado e transformado em uma massa e, em seguida, enrolado ainda quente em folhas de bananeira. Atualmente, muitos utilizam a farinha de milho branca em seu preparo, mas ainda há casos - e casas - que preferem o preparo tradicional com o milho branco. O formato a ser dado ao acaçá é cônico, não podendo ter outro formato. A massa deve ser cozida até o ponto ideal em que fica brilhosa e não quebradiça ou empelotada. Como simbolismo, o acaçá é visto como a essência da criação do ser humano em analogia ao ato de moldar os seres humanos por Orixá N'lá. A folha da bananeira que o envolve, simboliza útero, um invólucro que protege a "criatura" e o nome acaçá só é utilizado quando ainda enrolado na folha. O ato de desenrolar o acaçá simboliza o sacrifício ritualístico de um "ser" e aí passa a ser ...

Folhas de Oxalá

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  Folhas (ewe) do Orixá Oxalá e Suas Finalidades. As Folhas. No Candomblé, cada orixá é associado a uma ou mais folhas sagradas. Para Oxalá, as folhas mais comuns são a folha de mamona (ou mamoneira), a folha de algodão, a folha da fortuna, a folha da goiabeira, a folha da erva-cidreira e a folha da macaúba. Cada folha possui um significado e uma finalidade específica nos rituais e oferendas. As folhas de Oxalá são consideradas sagradas e devem ser manuseadas com respeito e cuidado. Elas são colhidas em determinados dias e horários, de acordo com a tradição de cada casa de Candomblé. Além disso, é importante que sejam lavadas com água e sal antes de serem utilizadas. Em resumo, as folhas do orixá Oxalá são um elemento importante nas práticas religiosas do Candomblé, e são usadas como forma de conectar os praticantes com o sagrado e de honrar esse importante orixá. As Finalidades das Folhas de Oxalá. Folha de Mamona (ou Mamoneira): é utilizada em oferendas para Oxalá, para trazer pa...